Para minha grande desilusão, o ponto fraco da minha base de dados é a década de 80 mas, ainda assim, Alexandre e Filipe são nomes tão comuns em meu redor que me causa certa estranheza não os encontrar em nenhum top 10 desde então. Hoje em dia, Alexandre & Filipe caminham a passos largos para fora do top 50, mas em 2013 continuavam no topo das preferências dos portugueses para segundos nomes, ficando apenas atrás de Miguel.


